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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

O que será de Euclides em 2009?

Não se assustem com esse título enigmático. O Euclides em questão é o escritor Euclides da Cunha, autor do ótimo livro “Os Sertões” (sim, eu já li esse livro quando tinha 13 anos), que foi morto em 15/08/1909. Logo, 2009 é centenário de morte dele, assim como 2008 foi centenário de nascimento de Guimarães Rosa e de morte de Machado de Assis. Achei incrível que tenha sido dado tão pouco destaque a esses “acontecimentos”: os 200 anos da chegada da família real no Brasil (agora quem sabe dizer, sem estudar nada, por que D. João & Cia. Vieram para cá?) e o centenário da imigração japonesa pareciam ser bem mais importantes. Só no final do ano algumas emissoras decidiram prestar suas homenagens.


Eu, particularmente, gostei de “Capitu”, da Globo, e também do Escobar, em especial.Muito fiel à obra original (que eu li, por coincidência, também aos 13 anos), e com elementos teatrais, que podem ter desagradado quem acostumou-se com os visuais de novela.Conheço gente que não gostou também por causa do “comportamento estranho” do Bentinho enquanto narrador.
Ontem, assisti ao especial “Os óculos de Pedro Antão”, na Record. Confesso que nunca tinha ouvido falar da obra, mas gostei do resultado, com um personagem de imaginação pra lá de fértil e um final surpreendente.Lembro-me do conto “O Alienista” (Meu Deus! Também li esse aos 13 anos!), uma verdadeira obra-prima. Mas não aguentei “Grande Sertão Veredas”, porque já era meia-noite e meia e eu estava morrendo de sono.




Agora, falemos do que está por vir: Euclides da Cunha nasceu no Rio de Janeiro em 1866 e morreu assassinado pelo amante de sua esposa em 1909. Era engenheiro e foi expulso do exército, mas são surpreendentes suas noções de antropologia e História, mostradas em “Os Sertões”, em que ele não apenas descreve a Guerra de Canudos (ele estava lá, cobrindo para “O Estado de São Paulo”), mas analisa a paisagem e o sertanejo, buscando motivos para a o conflito. Teria uma carreira brilhante se não morresse tão jovem.
P.S.: Achei 100 curiosidades sobre o Machado no site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u449921.shtml Infelizmente, não dá para copiar todas, então estou digitando-as aos poucos.
Isso foi tudo. Achei legal começar e terminar o ano no blog com posts sobre literatura. Feliz e culto 2009 para todos nós!! (Falando nisso, vcs conhecem a “Receita de Ano Novo” de Carlos Drummond de Andrade?)
VICKYS.com.br

sábado, 8 de novembro de 2008

Sheldon me ensinou o Efeito Doppler


Sem desmerecer meus professores de Física, mas quem me ensinou de um jeito muito divertido e , por isso mesmo, nunca vou esquecer esse fenômeno interessante, foi o Sheldon, esse simpático físico teórico aí ao lado. A fantasia de Efeito Doppler dele é maneiríssima, mas eu não achei nenhuma foto boa dela.Em todo caso, já fui para a aula de ondulatória conhecendo o Doppler. Na primeira aula depois de um feriado, o professor começa a falar sobre ele. E o pior foi que ele fazia o "iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmm" igaulzinho ao Sheldon! Eu nunca me esforcei tanto para não rir.



Mas voltando a falar do seriado, o excelente The Big Bang Theory, uma das melhores, NÃO, A MELHOR!!) comédias da atualidade. Gosto muito do Sheldon, e curiosamente me identifico bastante com ele. Pois é, parece que sou uma geek ( geek é um termo bem melhor que nerd ou CDF, não acham?) neurótica, anti-social que não gosta de comemorar seu aniversário... :P

Uma pena é que agora que estreou a segunda temporada, a grade da Warner mudou e eu não posso mais acompanhar...snif... As estréias ocorrem toda terça, às 8, mas agora eu preciso me dedicar para fechar o ano escolar com chave de ouro. Afinal, assim, eu não perco o meu jeitinho Sheldon de ser!

domingo, 26 de outubro de 2008

Razão X Emoção


Quem já passou pelo sétimo ano do Ensino Fundamental ou pelo primeiro do Ensino Médio e prestava atenção na aula já deve ter ouvido falar do confronto entre RAZÃO e EMOÇÃO, fonte de dúvida para os Renascentistas.
Mas eu percebi que esse conflito não foi algo passageiro, que só afetou os homens dos séculos XV e XVI. Ele afeta todos até hoje. Observe que, ao seu redor, devem existir tanto pessoas muito racionais quanto extremamente emotivas. Posso dizer que eu sou mais racional. E isso me traz problemas em larga escala.

Por mais incrível que pareça, eu convivo com pessoas muito emotivas. Elas são mais ligadas a essas coisas de família, relacionamentos, vida social... Enfim, vêem melhor o lado emocional, bonito ou triste, das coisas. Eu prefiro ver o lado prático. Em uma situação de mudança, por exemplo, enquanto todos reclamam, choram ou se alegram, eu fico bolando planos e mais planos para me adaptar.
Eu fico quieta a maior parte do tempo, em todas as situações, para evitar entrar em atrito (mais do que já acontece, é claro). Mas chega uma hora que vc precisa emitir sua opinião (super racional) e aí vem: olhares surpresos, repreensões, discussões. A vida não é fácil como parece para uma garota de 15 anos.

Por fim, cabe a nós pensar: talvez o mundo fosse mais bonito e romântico se só houvessem pesoas emotivas. Mas poderia não haver toda a tecnologia que existe hoje. Por outro lado, se só existissem pessoas racionais, viveríamos com total conforto e sem problemas, mas nossas vidas seriam completamente sem-graça.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Você já se valorizou hoje?

A pergunta é intrigante: vc já parou para dar valor à algo que fez hoje? Muita gente nem percebe, mas nós só ganhamos a admiração das pessoas quando passamos a nos valorizar. Claro que ñ dá para deixar a modéstia de lado e "se achar" o máximo. Mas ninguém pode levar sua auto-estima lá embaixo porque não se valoriza. E eu quase fiz esta bobagem nesta semana.

Sexta passada (03/10), tivemos prova de História . Só que imprimiram a nossa errado (veio a prova do 2º ano). Trocaram devidamente a prova, mas deixaram a do 2º com a gente. E eu (uma aluna do 1º ano) percebi que sabia responder a prova (do 2º ano). Resolvi-a no sábado INTEIRINHA, mas não achei grande coisa.
Bem, na terça, apenas querendo ver se eu ainda sabia Unificação da Itália e da Alemanha e Imperialismo, e fui mostrar a prova (do 2º ano) resolvida para ele ( o professor é extremamente simpático, mas eu sempre fico tremendo se tenho que falar com ele... mas acho que isso não é importante aqui). Para minha surpresa, o professor ficou IMPRESSIONADÍSSIMO com o meu feito. Eu não estava dando a mínima para minha ação, e ele achou simplesmente o máximo!!! Disse que era um assunto complexo (principalmente Unificação Italiana) e que eu tiraria nota máxima na prova (do 2º ano).
Eu estava ficando como a minha mãe (sem achar valor em nada), mas esse feliz episódio reacendeu minha auto-confiança. Agora, sem preocupações, eu tenho vontade de gritar: EU ACERTEI TUDO NUMA PROVA DO 2º ANO!!!!
VICKYS.com.br



P.S.: Eu sei que ficou cansativo a repetição de 2º ano, mas, convenhamos, não é qualquer pessoa MESMO que faz o que eu fiz.
P.S.2: Outra parte boa, depois da surpresa do professor, foi a reação do vizinho da minha colega (que está no 2º ano, na minha escola, e fez a tal prova): ele ficou totalmente sem reação ao saber da notícia! Gente, o ser humano é demais por isso!

Bjos!!!

domingo, 31 de agosto de 2008

É de doer!

Eu, nos meus quase dez anos como estudante (entrei na escola com cinco anos e meio) já ouvi as bobagens mais cabeludas da boca de professores e colegas. Então, numa espécie de seleção de pérolas, resolvi compartilhar com vocês essas declarações hilárias. Preparem-se para rir, porque lá vai:
1- Prova de História: “Defina quilombos”. Resposta: Quilombos eram calombos que os escravos tinham nas costas de tanto apanhar. Comentário: Por que tinha que ser só nas costas? Não havia calombos em outro lugar? Na verdade, quilombos eram as comunidades de negros que fugiam das fazendas onde eram explorados.
2- Estudo antes da prova de Literatura: O movimento literário que sucedeu o Trovadorismo foi o Renascentismo. Comentário: Renascentismo? Affff... Em primeiro lugar, o movimento literário que sucedeu o Trovadorismo foi o Humanismo. E não existe essa aberração da língua que foi citada acima, mas existe o Renascimento. Erro duplo!
3- Queixa de colega: Estudar Grécia e Roma é muito chato, porque eu gosto de História só quando chega na Europa. Comentário: E onde será que ficam Grécia e Roma para minha colega? Ela teria sido mais feliz se tivesse citado o fato histórico.
4- Aula de Literatura: Professor: Mas os portugueses, como diz o ditado, deram um passo... Colega: à frente! Eu, corrigindo a colega: maior que a perna. Comentário: é duro não saber nem ditado popular! Deram um passo maior que a perna.
5- Prova de Ciências: “Explique a hérnia de disco”. Resposta: Hérnia de disco é uma doença e DJ, e é causada quando alguém vai a muitas festas e ouve muitos discos no voluma máximo. Uhuu! Comentário: Resposta criativa, embora o ‘uhuu’ do final tenha soado meio esquisito. Mas a hérnia de disco é causada pelo esmagamento dos discos de cartilagem que ficam entre as vértebras, quando uma pessoa carrega muito peso, por exemplo. O disco tende a se espalhar, saindo da região normalmente ocupada por ele, causando fortes dores e até a paralisia.
6- Prova de Geografia: “O que foi o Projeto Calha Norte?” Resposta: Foi um projeto social para desencalhar as mulheres da Amazônia. Comentário: Outra resposta criativa, mas o Calha Norte consistia na implantação de bases militares e aeroportos nas regiões da Amazônia que fazem fronteira com outros países, para dificultar conflitos entre empresas, garimpeiros e índios e reduzir o contrabando de minérios. Porém, esse foi mais um projeto que não deu certo.

Por último, mas talvez as duas piores, já que vieram de um professor:

7- Frase em um vídeo: “El camino se hace”. Tradução do professor: O caminho se abre. Comentário: Quem ele pensa que é? Moisés, abrindo o Mar para seu povo passar? Até eu, que nunca fiz uma aula de espanhol, saquei que a tradução é “o caminho se faz”.
8- Dando palpite em matéria de História: “Porque AI-5 significa Ato Inconstitucional n° 5.” Comentário: Por que os militares, que estavam mandando e desmandando durante a ditadura, fariam algo inconstitucional? O certo é Ato Institucional, que é uma emenda à Constituição que não precisa de tanta “burocracia”para ser aprovada.

Confesso que essa última doeu muito em mim quando eu ouvi. Enfim, espero eu tenham gostado e tenham aprendido o que NÃO falar ou escrever na escola.
Até a próxima,
Lê.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

BINGO!!!


Oi, pessoal! Semana passada eu viajei para Águas de Lindóia, no interior de São Paulo. Foi muito bom, pude descansar, esfriar a cabeça e fazer compras! Mas o mais divertido acontecia toda noite, no Hotel: o Bingo. Um jogo muito legal, que fazia tempo que eu não jogava, mas que dei sorte: em quatro noites de jogo, foram 15 reais jogados e 22 reais ganhos (7 reais de lucro!). E, realmente, é algo que vicia, de tão legal.

Então, eu resolvi pesquisar sobre a origem o jogo de bingo, e acabei descobrindo coisas realmente interessantes:
  • As raízes do jogo datam de 1530. Foi nessa época que uma loteria estadual chamada "Lo Gioco del Lotto d´Italia" teve início na Itália (e, acredite, até hoje você pode apostar nessa loto todos os sábados.) Os franceses começaram a jogar na loto no final da década de 1700.
  • O bingo como o conhecemos hoje foi popularizado por Edwin S. Lowe, um vendedor de brinquedos encrenqueiro, mas também um grande empreendedor de Nova York. Lowe observou um jogo chamado "Beano" num carnaval em Atlanta, Georgia. O jogo era chamado Beano porque os jogadores usavam feijões secos (feijão em inglês é bean) para marcar suas cartelas à medida que os números eram "cantados". Quando um jogador completava uma linha de números, ele parava o jogo gritando "Beano!" e esse jogador ganhava um pequeno prêmio.
  • Durante um jogo, uma senhora ficou tão entusiasmada com sua vitória que ela soltou a palavra "Bingo!" em vez do grito tradicional.
  • Edwin Lowe o iniciador do jogo “Lowes Bingo” procurou os serviços de um professor de matemática da Universidade Da Columbia, Carl Leffler, para ampliar a quantidade de combinações. Em 1930, o professor Leffler criou 6,000 cartões de bingo com grupos de números não repetidos. Foi dito que ele completou a tarefa com sucesso, e então ficou louco.
  • Nos Estados Unidos, 48 estados (e mais de 100 reservas de Nativos Americanos) oferecem o bingo legal em alguma escala. Os jogos variam desde os bem pequenos realizados em porões de igrejas até os imensos realizados em salões com 1.800 lugares.
Muito legal, não é mesmo? Até mais, porque depois das férias, temos que nos acostumar com nossas vidinhas normais e pacatas...

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Cinema (brasileiro :P)



Eu sei que muita gente torce o nariz para o cinema brasileiro. Tem alguns que odeiam até a música brasileira (esses, realmente, uns loucos). Mas eu dou razão para quem não curte as produções do nosso cinema. Eu particularmente só fui ao cinema assistir a um filme que não fosse de animação uma vez na vida (e ainda fui com a escola). Filme brasileiro, então, só assisti a dois : Caramuru e Auto da Compadecida. Francamente, gostei. Mas os filmes que estão passando atualmente na TV (e estão sendo exportados), meu Deus! Mostram um Brasil pobre, violento, deprimente.


Não é à toa que muitos estrangeiros têm uma má impressão do nosso país e do nosso povo. Nunca esquecerei um comentário da professora de Geografia, exatamente sobre isso, na sétima série: ela disse tudo o que eu acabei de escrever agora, e arremata contando sobre um filme (não sei se em pré-produção ou com estréia próxima) sobre tráfico de órgão que se passava no Rio de Janeiro.

Mas li várias críticas sobre um filme nacional que eu nunca tinha ouvido falar : A Máquina. Todas foram unânimes: um filme excelente, bem produzido, com ótimo elenco, etc e tal. Esse eu tenho certeza de que não chegou em nenhum dos três cinemas da minha cidade! Na verdade, eu gosto bastante do ator principal. É até uma história incomum: eu o vi pela primeira vez em um programa educativo sobre História do Brasil, em comemoração dos 500 anos do descobrimento. (Eu adoro História, mas não necessariamente a do Brasil) Eu espero todo ano pelo dia 10 de dezembro, para poder rever a série!

Bem, voltando ao início, o ponto é: os EUA, produtores de grandes filmes, também têm miséria, violência e vários problemas sociais? Mas eles não fazem tantos filmes sobre isso como nós. Preferem ações, aventuras e comédias. E quem vai para lá acha que tudo é maravilhoso, de "primeiro mundo". Porque ninguém quer ir ao cinema para ver só desgraça ( a não ser que se trate de um masoquista), afinal, para isso temos telejornais!

Vamos assistir a interessantes e divertidos filmes estrangeiros, apreciar a boa música (tanto estrangeira quanto brasileira) e rezar para que sejam feitos filmes nacionais leves e atraentes! Amém.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Riso Pedagógico & Professores Especiais

Olá a todos! Vou começar falando sobre uma notícia muito interessante: rir é o melhor remédio também em sala de aula. é isso mesmo! Um grupo de pesquisadores que participaram do XX Congresso da Sociedade Internacional para os Estudos de Humor (ISHS), de 8 a 11/07, está disposto a aprofundar seus estudos sobre o tema "Humor e Educação".
Eu, por experiência própria, posso dizer que isso é verdade: já tive professores super bem-humorados e como eu aprendi com eles! Se bem que esse ano tenho um profe que é bem-humorado até demais, porque no meio da aula ele começa a falar sobre outros assuntos, nada a ver, além de falar algumas coisas erradas.

Mas um professor que era muito gente boa, mas exigente, era odiado por todos os meus colegas. E ele é o cara que eu mais admiro, que mais me influenciou e de quem eu mais sinto saudades. Pra falar verdade, acho que um professor "palhaço" ou mesmo que se aproxima mais dos alunos perde um pouco o respeito, a autoridade. Esse ano mesmo eu escrevi uma redação sobre isso, e fui muito radical, dizendo que há 50 anos atrás, quando os alunos tinham medo dos mestres, é que era bom. Acho que eu deixei a professora chocada, ainda mais ela, que gosta de tratar os alunos como amigos.

Bem, na segunda, durante uma volta pelo centro da cidade, eu encontrei dois professores meus: o de Inglês (da escola de idiomas) e o de Química. Confesso que ano passado eu não eu era muito fã do profe de Inglês, mas esse ano ele me surpreendeu: melhorou D+! E o de Química é o exemplo descrito acima: ensina de modo divertido.

Sabe, eu tenho uma relação muito boa, de respeito e admiração mútua, com meus professores. Até porque eles são os poucos seres humanos que acreditam no meu potencial. Minha família, embora cobre muito nas notas e resultados, ñ acredita que eu seja capaz de passar no vestibular, por exemplo. Eles também ñ querem que eu vá estudar fora (não tem o curso que eu quero fazer na minha cidade), pois acham que vão ficar abandonados e ‘família é a coisa mais importante que existe’. Mas, convenhamos, uma hora o pessoal morre e eu, com 40 ou 50 anos, vou começar a procurar a felicidade? Estudar fora, arrumar o emprego que eu sempre sonhei, construir carreira, depois de “velha” (até porque hoje ninguém é realmente velho antes dos 70)? E os meus colegas não me consideram realmente inteligentes, especialmente os antigos. Vcs nem imaginam o que eu sofri nos últimos anos com eles. Qualquer dia eu conto. Mas eu sei que vou correr atrás da felicidade, esfregar minha aprovação na faculdade, meu diploma e minha carteira de trabalho na cara de todos e ser independente. Sei que isso não era fácil, afinal, como disse Edgar Allan Poe: "Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido até esse mesmo ponto."

Boa noite, pessoal!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Recomeçar do zero

É duro, depois de anos fazendo algo, ter de recomeçar do zero. E é isto que eu estou fazendo hoje: começando este blog do zero. O servidor do meu antigo blog não está mais disponível e eu tive de procurar outra "casa"para meu diário virtual. Espero ser bem recebida neste novo servidor e que meu blog (que andou tão esquecido, tadinho) seja bastante visitado. Não vou deixar mais ele largado, sem postar durante meses (essa foi até uma das minhas resoluções de ano novo).

Nestas férias, resolvi não perder (muito) o pique da escola e, aproveitando que eu tenho um trabalho de Matemática (do qual já passei da metade) e vários deveres de Exatas acumulados, decidi ler um livro que estava meio abandonado na estante desde o fim do ano passado. É uma adaptação de "Triste Fim de Policarpo Quaresma", de Lima Barreto. Mais uma grande obra da Coleção Descobrindo os Clássicos (coleção que eu recomendo para quem quer ler grandes livros de maneira divertida e descomplicada). Aliás, quando eu fui p/ Campinas, não resisti e comprei mais um título: a adaptação de "Memórias Póstumas de Brás Cubas", do Machado de Assis (sabiam que esse ano é centenário de morte do escritor? E o mais incrível é que quase ninguém liga p/ isso). Eu já assisti ao filme do Memórias Póstumas, mas queria mesmo era ler o livro (nessas férias acho que ñ vai dar +, talvez nas próximas). Também estou interessada na adaptação de "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, da mesma coleção. Já andei procurando, mas até agora nada.

Voltando ao assunto do primeiro livro, o Policarpo Quaresma, numa certa hora, defende que o tupi-guarani deveria ser a língua oficial do Brasil. Realmente, eu concordo que o português é uma língua difícil, cheia de "pegadinhas"(g e j, s e z, x e ch, z e x ...), mas também é uma língua bonita. O tupi, aliás, nos legou várias palavras, como pipoca, arara, abacaxi, Tatuapé...
Quero ver quem continua a lista! Espero vcs no próximo post; bjos,
Lê :)
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