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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Os melhores filmes que vi em 2010 - Parte 2

Vamos ao grande final, mais 5 categorias e filmes maravilhosos:

Melhor Romance: “ Casablanca”(idem, Humphrey Bogart, Ingrid Bergman, 1942). Um filme maravilhoso, apesar de ser tão famoso que é quase impossível que uma pessoa culta não conheça o final sem tê-lo assistido. De qualquer forma, agora assisto ao filme sempre que é reprisado no TCM.

Melhor Faroeste: “Johnny Guitar” (idem, Joan Crawford, Sterling Hayden, 1954). Confesso que não estou muito acostumada ao gênero, mas este faroeste feminino, com uma mulher como protagonista e uma trama meio lésbica, é de tirar o fôlego. Romance, perseguições e, como não podia deixar de ser, com um belo tiroteio.

Melhor Filme em Tribunal: “ Testemunha de Acusação” (“Witness for the prosecution”, Marlen Dietrich, Tyrone Power, 1957). Esse é um filme surpreendente, cheio de reviravoltas e um final de deixar qualquer um boquiaberto. Os atores até assinaram um termo de silêncio sobre a cena clímax.

Melhor épico: “Dr Jivago” (“Dr Zhivago, Omar Sharif, Julie Christie, 1965). Fresquinho, assisti semana passada! Comecei pensando que o momento da Revolução Russa devia ter sido fascinante, mas fui mudando de idéia ao longo do filme. Um história de amor proibido em meio à guerra e à neve e um retrato fiel do período.

Melhor Biografia: “Ed Wood” (idem, Johnny Depp, Sarah Jessica Parker, 1994). Foi difícil, mas a biografia em preto-e-branco em plenos anos 90 é fantástica e divertidíssima. O excêntrico e otimista diretor, na ânsia de se tornar o próximo Orson Welles, acaba com a fama de “pior diretor de todos os tempos”.

Espero que 2011 venha com muitos outros filmes bons! Foi difícil fazer essa seleção!
Feliz Ano Novo!
Lê ^_^

Os melhores filmes que vi em 2010 - Parte 1

Mais um ano chega ao fim. E posso dizer que 2010 foi um bom ano para mim. Pelo menso no que diz respeito ao cinema. Assisti a 80 filmes este ano (sim, eu contei) e, embora essa seja uma árdua tarefa, é hora de eleger os melhores de 2010, por categoria:

Melhor Drama: Vamos às lágrimas logo de início! “Nasce uma Estrela” (“A Star is Born”, Janet Gaynor, Fredric March, 1937) foi uma experiência emocionante. Cheio de referências às estrelas da época, a história sofrida da garota do interior que batalha para se tornar uma grande estrela e vê a queda de seu ídolo e marido é surpreendente.

Melhor Comédia: “Aconteceu Naquela Noite” (“It happenend one night”, Clark Gable, Claudette Colbert, 1934). Não é daquelas de rolar de rir, mas é bem divertida. Uma história de amor entre duas pessoas bem diferentes, mas que rende bons momentos, como a aula de Gable sobre como pedir carona.

Melhor Musical: “Um dia em Nova York” (“On the Town”, Gene Kelly, Frank Sinatra, 1949). Um musical contagiante, com divertidos números, romance e belas tomadas na própria NY, que nos fazem sentir que tudo é possível na Big Apple.
Melhor Gangster: “Inimigo Público Nº 1”(“The Public Enemy”, James Cagney, Jean Harlow, 1931). Um filme eletrizante, uma visível lição de moral, uma aula de atuação. Todas as ações de gangsters durante a permanência da Lei Seca, com perseguições, tiroteios, mulheres bonitos e um final surpreendente.

Melhor Filme de Guerra:A um passo da Eternidade”(“From here to eternity”, Deborah Kerr, Burt Lancaster, 1953). A guerra pode ainda não ter começado, mas a rotina dos soldados e vizinhos de uma base aérea do Havaí é bem agitada: brigas, traições, mortes e romances temperam esse clássico inesquecível.

CONTINUA...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Fiquem de olho nos documentários da TV Cultura!

Olá! Nos últimos meses, a TV Cultura, excelente canal, passou a exibir documentários na faixa das 23h. Última segunda dei a sorte de pegar desde o começo " Diabo da Tasmânia: A vida rápida e furiosa de Errol Flynn". Hoje resolvi acessar o site em busca da programação e olhem só a atração de amanhã:


Hitchcock, Selznick e o fim de Hollywood

No dia 10 de dezembro de 1938, David O. Selznick incendiou Atlanta. Nos fundos de seu estúdio, em Culver City, Selnick havia iniciado aquele que foi o maior, o mais profuso filme da Era de Ouro de Hollywood, ... E o Vento Levou. Enquanto as chamas ardiam, os telefones das delegacias locais não paravam de tocar. “A MGM está pegando fogo!”, gritavam. “Não”, era a resposta, “David O. Selznick está filmando.”

O responsável, naquela noite, era o produtor de arte William Cameron Menzies, mas todos sabiam que era homem de Selznick. Com apenas 36 anos de idade, Selznick já era uma lenda. Ele dirigiu um estúdio importante antes dos trinta, criou sua própria companhia independente aos trinta e três e, casando-se com a filha de Louis B. Mayer, o chefão da MGM, muitos consideravam que ele ocuparia o trono de uma nova dinastia de Hollywood.
Mas também era horrível trabalhar para Selznick. Ele trocaria cinco diretores e dúzias de roteiristas antes de terminar ...E o Vento Levou; nada, nem ninguém ficava em seu caminho. Depois disso, Selznick transformaria a maneira como os filmes americanos eram feitos e comentados; ele ensinou Hollywood a criar um evento, como nunca fora feito antes ou chegou a ser feito depois. Mas foi durante ...E o Vento Levou que Selznick contribuiu de maneira mais duradoura com o cinema. Por estranho que pareça, não teve nada a ver com seu grande épico sulista. No verão de 1939, David O Selznick trouxe Alfred Hitchcock para Hollywood.
Hitchcock já havia experimentado a fama com seus thrillers ingleses O Homem que Sabia Demais e 39 Degraus. Ninguém fazia tanto sucesso na Inglaterra, nem era tão conhecido. E ninguém dominava tão bem a arte de fazer filmes quanto Hitchcock. Ele planejava meticulosamente cada tomada, sabendo exatamente do que precisava para obter o efeito desejado. Na verdade, o modo como Hitchcock fazia cinema era muito diferente da maneira descontrolada e inconclusiva de Selznick. Mas Hitchcock queria ir para Hollywood e ninguém mais o teria.

De 1939 até 1946 Hichcock trabalhou sob contrato com David Selznick. Sua colaboração foi marcada por alguns dos maiores filmes da década de 1940: Rebecca, Spellbound (Quando fala o Coração) e Notorious (Interlúdio) e prejudicada por um dos piores, The Paradine Case (Agonia de Amor). Mas, o mais importante foi esse relacionamento que exemplificou a mudança da guarda em Hollywood. Melhor do que qualquer indivíduo, David O. Selznick representou o sistema do estúdio, no qual produtor/estúdio tinham controle absoluto sobre um filme e o talento sob contrato. Alfred Hichcock foi um dos primeiros diretores reconhecidos por controlar todos os aspectos dos filmes que fazia.



Não vou perder por nada! anotem em suas agendas e fiquem de olho: Cultura Documentários, dia 9/12!
Aproveitem!
Lê ^_^

domingo, 5 de dezembro de 2010

50 filmes que você deveria ver antes de morrer no TCM

Finalmente, o grande mês de dezembro chegou! E não é só por causa das tão esperadas férias escolares que eu agurado ansiosamente pelo mês do Natal. Já é tradição no TCM a exibição de 50 filmes essenciais para todo cinéfilo. Olha só o que está no site:

Aclamados pela crítica internacional ou adorados com fervor pelo público; merecedores de um lugar privilegiado nos livros especializados ou no coração da audiência; clássicos indiscutíveis ou símbolos de uma geração; guardados com carinho na memória dos cinéfilos ou vencedores de diversos Oscars… todos marcos inquestionáveis do cinema e, muitos, parte de nossas vidas. Filmes que, se você não viu, deveria ver e, se já viu, deveria ver de novo. Em dezembro, no TCM, uma nova edição do especial 50 FILMES QUE VOCÊ DEVERIA VER ANTES DE MORRER.

De clássicos que são sinônimos da era dourada de Hollywood, como Capitão Blood, passando por épicos majestosos, como A Conquista do Oeste e Doutor Jivago, a filmes que transformaram a tradição clássica e deixaram suas marcas no caminho em direção ao futuro, como a crítica pulsante a Hollywood Nasce uma Estrela e o anticonvencional western de Nicholas Ray Johnny Guitar. Do nascimento de um gênero, com Inimigo Público, à sua perversão total com Scarface Brian De Palma. Dos maiores expoentes da comédia sofisticada, como Ernst Lubitsch e George Cukor, às estripulias de Abbott & Costello. E, é claro, não poderia faltar o fenômeno que é a própria definição deste especial, um desses filmes que parece inconcebível não ter visto: Star Wars.
Mas, como sabemos, a criação de qualquer seleção é precedida por acaloradas discussões e decisões salomônicas. E, este ano, você também terá o prazer de nos ajudar nesta tão delicada, mas gratificante, missão. No tcmla.com, você encontra as enquetes das quais resultarão quatro dos títulos que integrarão esta edição. Participe do debate, dê sua opinião e faça sua escolha... Nesta edição, você é nosso programador convidado.

Veja a lista neste endereço:

Que emoção! Já vi sete filmes da lista! Vou tentar completar mais alguns!
Beijos!
Lê ^_^
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